Mostra de Curtas

A mostra tem como objetivos apresentar aspectos diversos sobre a cultura afrobrasileira, demonstrando a sua força e riqueza, bem como provocar uma reflexão sobre os desafios e obstáculos enfrentados pela população negra no Brasil. Programação: 17/11 – 10h às 12h30 (Grade 1) / 17h30 às 20h (Grade 2) 21/11 –

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A mostra tem como objetivos apresentar aspectos diversos sobre a cultura afrobrasileira, demonstrando a sua força e riqueza, bem como provocar uma reflexão sobre os desafios e obstáculos enfrentados pela população negra no Brasil.

Programação:

17/11 – 10h às 12h30 (Grade 1) / 17h30 às 20h (Grade 2)

21/11 – 8h às 10h30 (Grade 1)/ 18h30 às 21h (Grade 2)

24/11 – 10h às 12h30 (Grade 2)/ 18h às 20h30 (Grade 1)

 

Grade 1

  • População negra no Brasil: desafios e avanços na sociedade em 2015 .
  • D.O.R. : Através de depoimentos pessoais, utilizando-se de gestos e sem falas, o tema DOR e racismo é retratado pelos atores da Cia. de Teatro OS CRESPOS neste documentário poético/experimental.
  • Meu Sorriso Negro: Em Sorocaba,a partir da década de 1990, surgiu um expressivo número de artistas negros em diversas modalidades. Esse documentário de Carlos Carvalho procura registrar a história de alguns desses artistas.
  • Capoeira: Jogo, cultura e educação: O documentário mostra os diversos campos de conhecimento propiciados pela capoeira e como essa prática pode contribuir para a educação e cultura de crianças e adolescentes, através de projetos sociais. Para isso, o documentário traz a história, o desenvolvimento e as perspectivas da capoeira, focando a microrregião de Viçosa como local de realização do trabalho.
  • O ser Kalunga: Documentário sobre a comunidade Kalunga do município de Monte Alegre de Goiás. A comunidade, localizada no norte do Estado de Goiás, escondida nos vãos das serras próximas às cidades de Teresina de Goiás, Cavalcante e Monte Alegre é possuidora de um estilo de vida bem peculiar. Remanescentes dos Quilombos do Brasil viveram isolados por muito tempo, desde a escravidão, conservando os costumes e tradições afro-brasileiras. A partir de meados de 1980, esta comunidade começou a ser identificada e pesquisada. Atualmente o contato com a sociedade está cada vez mais intenso. O grupo de alunos produtores do filme deslocou-se de Goiânia em junho de 2012 para visitar a comunidade e participar da tradicional Festa de São João.  O documentário foi produzido na linha do cinema etnográfico, não ficção, dentro das características do modo observativo, com a história sendo contada no alinhavo de depoimentos de membros da comunidade e pesquisadores. Emoção, humor e drama entremeiam a narrativa audiovisual do trabalho.
  • Você faz a diferença: Este documentário expõe a discussão sobre racismo e preconceito na sociedade brasileira. Ele apresenta os pontos de vista de alunos e professores, que acreditam na importância de falar abertamente sobre as diferenças.
  • Espaço Sagrado: O culto dos orixás no terreiro, na cidade de Cachoeira, Recôncavo Baiano; a casa de Exu e a comida sagrada, a camarinha, as ervas para fins rituais e os presentes para Iemanjá.

 

Grade 2

  • Rapsódia de um homem negro: Odé é um homem negro. Seu irmão, Luiz, foi espancado até a morte durante um conflito em uma ocupação em Belo Horizonte. O filme utiliza alegorias e simbolismos para contextualizar as relações políticas, raciais, de ancestralidade e urbanização no mais recente cenário social brasileiro.
  • Ser ou não ser?: Através de depoimentos pessoais, o racismo é discutido pelos atores da Cia. de Teatro OS CRESPOS neste documentário experimental.
  • Dançando Negro: A Zabelinha e o Enrolador, duas danças tradicionais, foram resgatadas em 2008 pela comunidade remanescente de quilombo Laranjeira, Igrapiúna, Baixo Sul da Bahia. Dançando Negro é uma costura fílmica das criações artísticas populares afro-brasileiras, dadas como lição de casa que hoje apresentam uma trajetória de conquistas afirmativas.
  • Saravá Jongueiro novo: O filme é resultado do 2º Encontro de Jovens Lideranças Jongueiras, realizado em janeiro de 2012 no Quilombo São José da Serra, município de Valença – RJ. Aborda os desafios que estão colocados para a juventude das comunidades tradicionais jongueiras, que começam a participar do movimento de preservação de sua cultura. Um caminho já iniciado pelos mais velhos, que, para além do reconhecimento de sua cultura enquanto um patrimônio valioso, envolve a construção de identidades, a superação de preconceitos e uma constante reflexão sobre os conhecimentos antigos e seu lugar no mundo de hoje.
  • Ilú Obá de Min e Kuta Ndumbu: O pintor angolano, Kuta Ndumbu, fala sobre pontos de contato entre as culturas africanas e a brasileira durante a saída do bloco afro Ilú Obá de Min, em São Paulo. O bloco é composto por 140 mulheres ritmistas, cantoras, pernaltas e corpo de dança.
  • Até onde a vista alcança: Em 2005, a partir de uma reunião dos membros da Associação Quilombola do Sambaquim e Riachão do Sambaquim, surgiu a idéia de unir esforços em busca de um sonho coletivo. Um bingo para alugar um ônibus. Uma viagem para alcançar um sonho.
  • A umbanda é mojibá: Documentário que tem por objetivo registrar aspectos da Umbanda em Sorocaba, ritual e composição cultural a partir das matrizes étnicas africana, indígena e européia. Esta obra procura incluir aspectos relevantes da história e da cultura euro-afro-ameríndia na construção de uma religião que traz em si a alma da cultura brasileira. O Documentário conta com entrevistas de líderes e participantes dos primeiros grupos umbandistas em atuação ainda hoje, na cidade de Sorocaba, além de pesquisadores do assunto

*Não é necessária inscrição prévia.

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